Quando você imagina o tamanho de algo com o que você estabelece relação? Por exemplo, quando eu estava no ensino fundamental, me lembro de ter ouvido falar que o ácaro era algumas vezes menor que a cabeça de alfinete. Aquilo me causou uma confusão "sem tamanho", já que eu teria que padronizar o tamanho da cabeça do alfinete, primeiramente, para só depois poder intuir quantas vezes menor aquele ser infernal - o ácaro - seria.
Assistindo ao NatGeo essa semana, ouvi algo em que sempre penso para idealizar medidas. O narrador do documentário, ao se referir a um réptil de uns quatro metros de cumprimento disse: imagine um desses em sua sala de estar! É onde eu sempre imagino os animais ou seres de tamanho elevado. Quando alguem diz "um tigre de 3 m", ou "um gavião de 1,5 m" não parece grande coisa, mas imagine um deles em sua sala de estar.
Esse post fala de compaixão, fala de coerência, talvez. Imagine o sofrimento do outro na sua pele. Imagine o tamanho, a magnitude da situação.Acho que antes de qualquer coisa, esse post fala de sensibilidade e fala também de uma unidade de medida infalível para o bem viver: a sala de casa.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
sábado, 25 de setembro de 2010
"Se seu amor continua, por que sofremos"?
Entrementes, onde está Deus? Este é um dos problemas mais inquietantes. Quando a pessoa se sente feliz, tão feliz que nem parece precisar dele, e a ele se achega afim de ouvi-lo, é recebida de braços abertos. Mas, o que acontece quando você a ele se dirige em situação desesperadora, baldados todos os seus esforços ? A porta se lhe fecha, e por dentro é aferrolhada duplamente. Depois, silêncio. Daí, parece ser melhor a pessoa se afastar.
C.S.Lewis
Grande canção do Monsters of Folk (um verso da música Dear God intitula este post), grandiosa reflexão do mestre Lewis que inevitavelmente nos traz à memória o livro de Yancey "Deus sabe que sofremos". A sinceridade do MOF e a análise sistemática do sofrimento (ou do "problema do sofrimento" recorrendo ao termo empregado por Lewis): "interessâncias" congruentes em alguns aspectos, que na minha opinião, merecem atenção.
Restrinjo-me a apresentar o tema e citar as obras musical e literária. Acho que você tem tudo o que precisa para meditar a respeito delas "nas dobras ocultas do seu coração".
Sinceramente, alguém atrás do vidro novamente...
Abaixo, os links para a música.
Tradução
Download
Vídeo
C.S.Lewis
Grande canção do Monsters of Folk (um verso da música Dear God intitula este post), grandiosa reflexão do mestre Lewis que inevitavelmente nos traz à memória o livro de Yancey "Deus sabe que sofremos". A sinceridade do MOF e a análise sistemática do sofrimento (ou do "problema do sofrimento" recorrendo ao termo empregado por Lewis): "interessâncias" congruentes em alguns aspectos, que na minha opinião, merecem atenção.
Restrinjo-me a apresentar o tema e citar as obras musical e literária. Acho que você tem tudo o que precisa para meditar a respeito delas "nas dobras ocultas do seu coração".
Sinceramente, alguém atrás do vidro novamente...
Abaixo, os links para a música.
Tradução
Download
Vídeo
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Dissertação sobre a chuva e a loucura, enquanto as guitarras fazem sua parte
Comecemos assim: ...é uma tarde de inverno na Bahia. Como essa terra é indiferente em relação a essa estação do ano! Lá fora cai uma chuva tímida, que desde a noite de ontem, me prende a minha casa (prefiro pensar que ela – a chuva insistente – quem me prende). Continuaremos a partir da chuva: a benção se cai na medida “certa”, a catástrofe se exagera na dose. A chuva que cai sobre “maus e bons”, segundo o sábio. A chuva que se retirou a algum tempo do norte, do sertão. Incrível como deixa de morar nas nuvens, para se esborrachar no chão, num vegetal, numa casa, em meu rosto, em meus cabelos e daí escorrer, ser absorvida ou apenas ficar “por aí”, em forma de vapor d’água.
Havia um certo tempo que eu não chovia. Isso mesmo, “chovi” uma noite dessas. Considerando o universo de possibilidades que um corpo que tem boa parte de sua massa constituída por líquidos e que pode liberar essa água das formas mais inusitadas, tratarei de explicar como se deu minha precipitação. Assim como o vapor de água atinge um momento crítico no qual se condensa e precipita, as emoções que mantive dispersas em mim em forma de vapor desordenado chegaram a um momento crítico e precipitaram em forma de lágrimas mudas, e um breve medo da loucura se abateu sobre mim, que me julgava tão equilibrado: como pode lágrimas tão sem propósito, ou ainda, como pode esse riso repentino que nem esperou que a “chuva” passasse?
Acordei na manhã seguinte, com aquele belíssimo dia cinza. Aquele turbilhão de sensações me veio como se tudo aquilo tivesse sido um sonho. Não foi. Não foi? A terra prova que choveu, pois está molhada. As lágrimas só nos deixam “mais inchados e vazios”, como diria Lobão, e só. E a loucura... Bom, a loucura me assiste enquanto eu digito cada uma dessas palavras.
Havia um certo tempo que eu não chovia. Isso mesmo, “chovi” uma noite dessas. Considerando o universo de possibilidades que um corpo que tem boa parte de sua massa constituída por líquidos e que pode liberar essa água das formas mais inusitadas, tratarei de explicar como se deu minha precipitação. Assim como o vapor de água atinge um momento crítico no qual se condensa e precipita, as emoções que mantive dispersas em mim em forma de vapor desordenado chegaram a um momento crítico e precipitaram em forma de lágrimas mudas, e um breve medo da loucura se abateu sobre mim, que me julgava tão equilibrado: como pode lágrimas tão sem propósito, ou ainda, como pode esse riso repentino que nem esperou que a “chuva” passasse?
Acordei na manhã seguinte, com aquele belíssimo dia cinza. Aquele turbilhão de sensações me veio como se tudo aquilo tivesse sido um sonho. Não foi. Não foi? A terra prova que choveu, pois está molhada. As lágrimas só nos deixam “mais inchados e vazios”, como diria Lobão, e só. E a loucura... Bom, a loucura me assiste enquanto eu digito cada uma dessas palavras.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Uma canção, uma intenção...
Como primeiro post do ano do nosso Senhor de 2010, trago uma música de minha autoria que gostaria de compartilhar.É uma autobiografia mesclada com votos de ano novo atrasado.Aí está:
Uma canção, uma intenção
Eu fui querer subir...
Construi um balão de chumbo para mim
E fui querer mudar...
Minha confusão me impede de seguir
É interessante ver que coisas tão pequenas nos fazem envelhecer
É por isso que eu fiz esse personagem pra tentar viver feliz
Eu sempre vou tentar, eu sempre vou falhar
Eu sempre vou temer não ter algo pra dizer
Choveu tão forte que calou a minha voz
Vou seguir, quero mais
Na verdade eu sou assim...
Bem perto de ser infeliz
Nos olhos de mulher...
Morada do pecado e da ilusão
Ou na prosa já senil...
De um homem velho que já foi, viveu e viu
Lugares onde eu quero estar...Lugares onde eu sempre vou querer estar
Lugares onde eu quero estar...Lugares para onde eu sempre vou tentar me arrastar
Eu sempre vou tentar, nem sempre vou falhar
Mas sempre vou temer não ter algo pra dizer
A chuva já passou, soltei a minha voz
Vou seguir, quero paz
Quero controlar a mim...
Com o credo de um final feliz
Intenção:
(latim intentio, -onis, ação, ação de estender, tensão, compressão, esforço)
s. f.
1. Resultado da primeira evolução da vontade depois dela ter admitido a ideia.
2. Desígnio, propósito.
Uma canção, uma intenção
Eu fui querer subir...
Construi um balão de chumbo para mim
E fui querer mudar...
Minha confusão me impede de seguir
É interessante ver que coisas tão pequenas nos fazem envelhecer
É por isso que eu fiz esse personagem pra tentar viver feliz
Eu sempre vou tentar, eu sempre vou falhar
Eu sempre vou temer não ter algo pra dizer
Choveu tão forte que calou a minha voz
Vou seguir, quero mais
Na verdade eu sou assim...
Bem perto de ser infeliz
Nos olhos de mulher...
Morada do pecado e da ilusão
Ou na prosa já senil...
De um homem velho que já foi, viveu e viu
Lugares onde eu quero estar...Lugares onde eu sempre vou querer estar
Lugares onde eu quero estar...Lugares para onde eu sempre vou tentar me arrastar
Eu sempre vou tentar, nem sempre vou falhar
Mas sempre vou temer não ter algo pra dizer
A chuva já passou, soltei a minha voz
Vou seguir, quero paz
Quero controlar a mim...
Com o credo de um final feliz
Intenção:
(latim intentio, -onis, ação, ação de estender, tensão, compressão, esforço)
s. f.
1. Resultado da primeira evolução da vontade depois dela ter admitido a ideia.
2. Desígnio, propósito.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Machos Delta
Assistindo a um seriado, que me foi apresentado por um amigo, fiquei pensando em um diálogo deveras interessante que se passou nesse cujo dito.No seriado (the big bang theory), personagens gênios convivem com pessoas "normais".O diálogo era sobre um cara que pelo simples fato de ter entrado no local onde acontecia uma festa, alterou todo o campo gravitacional do lugar.Segundo um dos personagens, "se esse cara fosse um pouco maior teria uma ou duas luas orbitando em volta dele".Tudo bem! A parte seguinte do diálogo definirá o cerne deste post.Após esses comentários, os personagens partem para observações muito interessantes a respeito da história da evolução da raça humana: "...em épocas antigas da história da humanidade esse cara teria qualquer mulher que quisesse, no entanto, devido a evolução da espécie, houve uma mudança de paradigma e os seres de intelecto elevado passaram a ser os 'Machos Alfa'".
Vamos a essa mudança de paradigma:
Se foi realmente a evolução humana que levou essa mudança de paradigma, foi uma evolução apenas do gênero feminino em relação aos critérios que elas adotavam para escolher seus machos.É bem verdade que durante muito tempo elas sequer tiveram o direito de escolher seus machos, daí a força física era determinante na competição masculina: quem ganha leva a muié.
Depois dessa fase obscura da raça humana, que se eu tivesse alcançado não teria a menor chance de conseguir uma fêmea descente, passemos para a fase na qual as mulheres ganharam autonomia para escolher seus parceiros.Chamaremos essa "fase" da vida humana na terra de "contemponeidade", "nossos dias atuais", "Era de Aquarius" ou apenas de "hje em dia".
Lá vai:"hje em dia" observamos que se a transformação dos seres de intelecto mais elevado em "machos alfa" em detriemento dos de maior força física for sinônimo de evolução, não evoluimos.O que converte um ser humano do sexo masculino altomático- instantêneamente em Macho Alfa é a capacidade que ele tem para ganhar dinheiro.Chegando nesse fim, o dinheiro, não importa como ele o conseguiu:se utilizando a força física, o intelecto ou qualquer que seja o artifício para aquisição e acúmulo (cúmulo) de renda.
Feitas essas observações, que provavelmente estão potencialmente equivocadas, faremos mais uma observação a respeito de como o intelecto privilegiado pode prejudicar um relacionamento, corroborando assim para a suposição que o macho alfa não é, e nunca será, necessariamente, o que possui o intelecto mais elevado.
Lá vai: Se um cara amaldiçoado por Deus, que tem um cabeção (daqui em diante onde ler "cabeção" entenda "intelecto elevado") tem também uma fêmea e essa fêmea faz algo estranho ao comportamento padrão da mesma, esse cabeção possivelmente será levado a crer que essa alternância no padrão comportamental da fêmea, é na verdade, uma tentativa de ocultar algo que o desaponte potencialmente, mesmo que esse comportamento diferenciado seja inconsiente, espontâneo e/ou natural.Daí em diante os seres de intelecto mais elevado se nivelam a maioria de nós mortais.No impagável momento da discursão com a mulher, "seu mininu" que tem o fundamental -1 incompleto, usa os mermos termos que Arthur hawvxzhsch (Phd. em probabilidade quadrática que tende ao infinito) usa: Sua v..., sua p...., vai pra p... Resumindo, via de regra, os cabeções não demoram muito tempo com mulheres, passando assim de machos alfa para, quando muito, para Machos Delta.
Existem várias exeções, com toda certeza.E os machos delta dão certo pra muita gente.Muita gente feminina.Mais um adendo é que essa classe de cabeções são aqueles gênios normais com os quais nos encontramos todos os dias e falamos de assuntos absurdamente banais.Dessa forma, o sr. Arthur hawvxzhsch e sua boca suja não esta inserido nessa classe.O que eu quero dizer é que existem mais gênios por aí do que imaginamos, inúmeros MAchos Delta.
Vamos prestar mais atenção neles.
Vamos a essa mudança de paradigma:
Se foi realmente a evolução humana que levou essa mudança de paradigma, foi uma evolução apenas do gênero feminino em relação aos critérios que elas adotavam para escolher seus machos.É bem verdade que durante muito tempo elas sequer tiveram o direito de escolher seus machos, daí a força física era determinante na competição masculina: quem ganha leva a muié.
Depois dessa fase obscura da raça humana, que se eu tivesse alcançado não teria a menor chance de conseguir uma fêmea descente, passemos para a fase na qual as mulheres ganharam autonomia para escolher seus parceiros.Chamaremos essa "fase" da vida humana na terra de "contemponeidade", "nossos dias atuais", "Era de Aquarius" ou apenas de "hje em dia".
Lá vai:"hje em dia" observamos que se a transformação dos seres de intelecto mais elevado em "machos alfa" em detriemento dos de maior força física for sinônimo de evolução, não evoluimos.O que converte um ser humano do sexo masculino altomático- instantêneamente em Macho Alfa é a capacidade que ele tem para ganhar dinheiro.Chegando nesse fim, o dinheiro, não importa como ele o conseguiu:se utilizando a força física, o intelecto ou qualquer que seja o artifício para aquisição e acúmulo (cúmulo) de renda.
Feitas essas observações, que provavelmente estão potencialmente equivocadas, faremos mais uma observação a respeito de como o intelecto privilegiado pode prejudicar um relacionamento, corroborando assim para a suposição que o macho alfa não é, e nunca será, necessariamente, o que possui o intelecto mais elevado.
Lá vai: Se um cara amaldiçoado por Deus, que tem um cabeção (daqui em diante onde ler "cabeção" entenda "intelecto elevado") tem também uma fêmea e essa fêmea faz algo estranho ao comportamento padrão da mesma, esse cabeção possivelmente será levado a crer que essa alternância no padrão comportamental da fêmea, é na verdade, uma tentativa de ocultar algo que o desaponte potencialmente, mesmo que esse comportamento diferenciado seja inconsiente, espontâneo e/ou natural.Daí em diante os seres de intelecto mais elevado se nivelam a maioria de nós mortais.No impagável momento da discursão com a mulher, "seu mininu" que tem o fundamental -1 incompleto, usa os mermos termos que Arthur hawvxzhsch (Phd. em probabilidade quadrática que tende ao infinito) usa: Sua v..., sua p...., vai pra p... Resumindo, via de regra, os cabeções não demoram muito tempo com mulheres, passando assim de machos alfa para, quando muito, para Machos Delta.
Existem várias exeções, com toda certeza.E os machos delta dão certo pra muita gente.Muita gente feminina.Mais um adendo é que essa classe de cabeções são aqueles gênios normais com os quais nos encontramos todos os dias e falamos de assuntos absurdamente banais.Dessa forma, o sr. Arthur hawvxzhsch e sua boca suja não esta inserido nessa classe.O que eu quero dizer é que existem mais gênios por aí do que imaginamos, inúmeros MAchos Delta.
Vamos prestar mais atenção neles.
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Evidente (mente), parágrafos avulsos
Você rejeitaria um bom conselho do diabo? Evidentimente, no que diz respeito a minha pessoa, não dou muito ouvidos a entidades terceiras.De fato, o mau conselho do qual quero tratar nesse texto é o nosso próprio mau conselho, que teimamos em atribuir às mais diversas existências.
O que andamos dizendo pra nós mesmos? Evidentemente, no que diz respeito a minha pessoa, não tenho mantido bons diálogos comigo mesmo. Ando meio brigado com a minha essência e ando totalmente afastado de qualquer propósito de vida .
O que estamos produzindo, para materializar e externar parte de nossas idéias? Evidentemente, no que diz respeito a minha pessoa, tem autenticidade e muita hermenêutica escorrendo do meu ctrl c - ctrl v.Essa é a doença do "nada de novo" que o sábio Salomão ja diagnosticava a mais de 900 anos a. C.
O que se passa pela nossa cabeça quando você dançando de olhos fechados? Evidentemente, no que diz respeito a minha pessoa, eu não sei, eu não quero saber, eu não fico pensando.
Tento não ser muito pessoal nos meus posts, mas o máximo que eu consigo é formular frases com sujeito oculto "eu".
Tô pensando em todas as coisas que eu conheço ao mesmo tempo...
Tô pensando em ficar aqui pra sempre...
Tô pensando em "não ser mais quem eu sou".Tô pensando, tô pensando...
... it's a long, long, long way down!
O que andamos dizendo pra nós mesmos? Evidentemente, no que diz respeito a minha pessoa, não tenho mantido bons diálogos comigo mesmo. Ando meio brigado com a minha essência e ando totalmente afastado de qualquer propósito de vida .
O que estamos produzindo, para materializar e externar parte de nossas idéias? Evidentemente, no que diz respeito a minha pessoa, tem autenticidade e muita hermenêutica escorrendo do meu ctrl c - ctrl v.Essa é a doença do "nada de novo" que o sábio Salomão ja diagnosticava a mais de 900 anos a. C.
O que se passa pela nossa cabeça quando você dançando de olhos fechados? Evidentemente, no que diz respeito a minha pessoa, eu não sei, eu não quero saber, eu não fico pensando.
Tento não ser muito pessoal nos meus posts, mas o máximo que eu consigo é formular frases com sujeito oculto "eu".
Tô pensando em todas as coisas que eu conheço ao mesmo tempo...
Tô pensando em ficar aqui pra sempre...
Tô pensando em "não ser mais quem eu sou".Tô pensando, tô pensando...
... it's a long, long, long way down!
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Vocês que fazem parte dessa massa...
Acorde cedo, caminhe até o ponto de ônibus, pegue o ônibus.Sente em algum lugar de onde possas ver quase todos do ônibus, e finalmente, apenas observe.Que coreografia frenética e inconsciente de todos nós!O balanço do "buzão", como um coreógrafo diz:"Todos pra direita" e lá vamos nós, "todos pra esquerda" e vamos nós outra vez, freiada brusca:o princípio da inércia nos é apresentado, na prática.
É uma metáfora simples do que fazemos todos os dias.Em busca da felicidade, da satisfação de nossas necessidades, nos uniformizamos e "fazemos parte dessa massa" que dia após dia está disposta a vender sua força de trabalho e a "dar muito mais do que receber".Mas o que realmente chama atenção na "dança do trabalho" é que se você si perceber como realmente fazendo parte daquilo, pode acontecer que na mais entranha das sensações/reações, sejas acometido por uma crise súbita de orgulho.Talvez o motivo do orgulho seja o fato de fazer parte do rebanho povo brasileiro, talvez uma noção de estar dando sentido à vida através do trabalho, talvez por fazer parte da engrenagem...São possibilidades...
O fato é que "correr atras" não é fácil, e que a rotina é a penosa maldição do homem.Contudo, da próxima vez que você observar a "dança do trabalho" desse "admirável gado novo", poderás (quem sabe) enxergar uma verdade implicitada em todos aquele rostos sem nome: "Povo marcado êh, povo feliz"!
É uma metáfora simples do que fazemos todos os dias.Em busca da felicidade, da satisfação de nossas necessidades, nos uniformizamos e "fazemos parte dessa massa" que dia após dia está disposta a vender sua força de trabalho e a "dar muito mais do que receber".Mas o que realmente chama atenção na "dança do trabalho" é que se você si perceber como realmente fazendo parte daquilo, pode acontecer que na mais entranha das sensações/reações, sejas acometido por uma crise súbita de orgulho.Talvez o motivo do orgulho seja o fato de fazer parte do rebanho povo brasileiro, talvez uma noção de estar dando sentido à vida através do trabalho, talvez por fazer parte da engrenagem...São possibilidades...
O fato é que "correr atras" não é fácil, e que a rotina é a penosa maldição do homem.Contudo, da próxima vez que você observar a "dança do trabalho" desse "admirável gado novo", poderás (quem sabe) enxergar uma verdade implicitada em todos aquele rostos sem nome: "Povo marcado êh, povo feliz"!
Assinar:
Postagens (Atom)